Produto em evolução

IA conversacional · Customer Engagement · Product Building

Brain 003

Uma demo de IA conversacional para analisar e criar campanhas de CRM

Em duas semanas, desenhei e construí uma demo funcional da Brain 003, uma ferramenta de Customer Engagement com IA. Eu queria testar se alguém conseguiria analisar e criar campanhas explicando o que precisa, em vez de começar configurando a ferramenta.

Papel
Product Designer / Product Builder
Período
2026

Escopo

  • Product Strategy
  • Conversational UX
  • Interaction Design
  • Design Systems
  • AI-assisted Development
Home conversacional da Brain 003 com a mensagem “Seus dados têm respostas”, composer com seletores de projeto, agente e modelo, e ações sugeridas.

Resumo executivo

Ir direto às decisões
Problema
Em ferramentas de CRM e automação, quase tudo começa pela configuração. Antes de ver qualquer resultado, a pessoa precisa escolher público, canais, regras e forma de medir a campanha. Isso pressupõe que ela já saiba traduzir o que quer para a lógica da ferramenta. Na Brain 003, testei o caminho inverso: a pessoa explica o objetivo e a Brain ajuda a chegar na configuração.
Minha atuação
Trabalhei praticamente sozinho, com direção dos stakeholders. Defini os fluxos, desenhei a conversa e as telas, montei o Design System e construí a demo usando ferramentas de IA para gerar e revisar código. Como desenhava e implementava ao mesmo tempo, conseguia testar cada decisão rodando, e não só numa tela estática.
Resultado
Uma demo navegável com três fluxos completos. Em todos eles, a conversa termina em algo salvo no projeto: uma análise, uma campanha, um workflow ou um monitoramento. Não houve medição de impacto de negócio, e o case não tenta sugerir que houve.
Por que importava
Chat funciona bem para explicar um objetivo, mas é ruim para comparar opções ou revisar uma campanha com dez parâmetros. Telas tradicionais têm o problema oposto. Eu precisava definir em que momento usar cada um, sem cair num formulário disfarçado de conversa nem numa tela cheia de campos logo na entrada.
Estado da solução
Demo com acesso controlado. Dados, integrações (Slack, CleverTap, Blip, GTM) e agendamentos são simulados, e a própria interface avisa isso. Não é uma integração em produção.
  • Demo de uma ferramenta de Customer Engagement com IA.
  • Duas semanas, trabalhando praticamente sozinho com ferramentas de IA.
  • Três fluxos: analisar campanha, criar campanha e taguear landing page.
  • Sem métricas de negócio: o case mostra o que foi construído.

O problema

Para criar uma campanha numa ferramenta de automação, a pessoa precisa saber de antemão qual público usar, quais canais escolher, que regras montar e como a necessidade do negócio vira uma estrutura dentro da plataforma.

Na Brain 003, a pessoa começa dizendo o que quer alcançar. A Brain faz as perguntas que faltam e, quando a decisão precisa de mais forma, mostra um card ou uma tela. As telas continuam existindo; a conversa leva até elas com o que já foi decidido.

A pergunta que guiou a demo: dá para montar uma campanha só explicando o que se precisa?

Como a conversa foi estruturada

Os fluxos seguem a mesma sequência de seis passos, do pedido inicial até algo criado no projeto.

Sequência de cada fluxo: pedido, perguntas, proposta, ajustes, confirmação e execução.

  1. 01

    Pedido

  2. 02

    Perguntas

  3. 03

    Proposta

  4. 04

    Ajustes

  5. 05

    Confirmação

  6. 06

    Execução

O passo que mais importa é a confirmação. Até ali, tudo é uma proposta que pode ser ajustada ou descartada. Depois de confirmar, a proposta vira um item salvo no projeto, como um workflow, e deixa de ser só uma resposta no chat.

Criação de campanha: onze decisões em cinco etapas

Criar uma campanha na Brain 003 envolve onze decisões. Agrupei essas decisões em cinco etapas para que a pessoa saiba em que ponto está sem precisar conhecer a estrutura inteira antes de começar.

Criação de campanha em cinco etapas: estratégia (objetivo e público), plano de ativação (canais, conflitos e estimativa), experimentação e mensuração (teste A/B e mensuração), criação e ativação (revisão e campanhas) e acompanhamento (monitoramento e workflow mensal).

  1. 01

    Estratégia

    Objetivo · Público

  2. 02

    Plano de ativação

    Canais · Conflitos · Estimativa

  3. 03

    Experimentação e mensuração

    Teste A/B · Mensuração

  4. 04

    Criação e ativação

    Revisão · Campanhas

  5. 05

    Acompanhamento

    Monitoramento · Workflow mensal

Algumas decisões são respondidas em texto e outras em opções clicáveis. Ao lado da conversa fica o “Resumo da campanha”, que marca cada etapa como concluída, em definição ou pendente. Com isso, dá para conferir o que já foi decidido sem voltar no histórico do chat.

Os três fluxos da demo

Usei a mesma estrutura de conversa em três tarefas bem diferentes: entender o resultado de uma campanha que já rodou, criar uma campanha nova e preparar a mensuração de uma landing page.

Três fluxos da Brain 003: análise de campanha, criação de campanha e tagueamento de landing page.

Analisar

Análise de campanha

  1. Identificar a campanha e com o que comparar

  2. ROAS, resgate e resultado por segmento

  3. Insights, ações, painel e workflow recorrente

Criar

Criação de campanha

  1. Estratégia: objetivo e público

  2. Canais, conflitos, estimativa e teste A/B

  3. Revisão, criação e workflow mensal

Taguear

Landing page

  1. Diagnóstico de GTM, GA4 e pixel da Meta

  2. Eventos, UTMs e bloqueio por consentimento

  3. QA, pendências e Sentinela de monitoramento

Se a estrutura só funcionasse na criação de campanha, eu teria apenas um roteiro bem feito. Por isso ela precisava aguentar tarefas diferentes. Na home, basta um “bom dia” para a Brain oferecer os três fluxos como ponto de partida.

Como cada fluxo termina

Os três fluxos começam na conversa, usam cards nas decisões que precisam de mais estrutura e terminam com algo salvo no projeto. Abaixo, duas telas de cada um.

Análise · Segmentos

Conversa de análise de campanha: a Brain explica que o ROAS varia por segmento e mostra o card Por segmento, com Platinum em ROAS 26x e Gold em 1,2x marcado como Merece revisão.
Em vez de um ROAS geral, a Brain mostra o resultado por segmento. O Gold, com 1,2x, aparece marcado para revisão.

Análise · Workflow recorrente

Card Workflow criado com status Ativo para a Análise de Campanha de vencimento de pontos UAU Caixa, abaixo do card Painel fixo e da ação Automatizar esta análise.
Depois da análise, dá para fixar o painel e transformar a análise em um workflow recorrente, que fica ativo no projeto.

Criação · Estimativa

Card Estimativa com verba estimada, ponto de equilíbrio e histórico do perfil, ao lado do drawer Resumo da campanha com Estratégia concluída e Plano de ativação em definição.
Repare no resumo à direita: Estratégia já está concluída e o Plano de ativação está em definição.

Criação · Workflow mensal

Card Workflow criado com status Ativo, execução todo dia 1º e disparo que requer aprovação, com o Resumo da campanha mostrando os cinco marcos concluídos.
No fim, a campanha vira um workflow mensal. O disparo continua dependendo de aprovação humana.

Tagueamento · Diagnóstico

Conversa de tagueamento da landing UAU Caixa: a Brain descreve GTM, GA4 e pixel da Meta, aponta que os pixels disparam antes do consentimento e pergunta qual é a conversão que importa.
Com dados ilustrativos, a Brain descreve como está a landing e pergunta qual conversão importa antes de sugerir eventos.

Tagueamento · Sentinela

Card Sentinela criada com status Monitorando, modo Automação, frequência a cada hora e monitoramento de eventos e padrão de UTMs.
O fluxo termina numa Sentinela que verifica eventos e UTMs a cada hora. Ela não altera o GTM por conta própria.

Todas as capturas são da demo. Dados, integrações (Slack, CleverTap, Blip, GTM) e agendamentos são simulados, e a interface indica isso.

Quando usar conversa e quando usar tela

Uma das decisões mais importantes foi não fazer tudo por chat nem tudo por configuração manual.

Conversa funciona melhor para explicar e explorar. Cards e telas funcionam melhor para comparar, revisar e editar. A Brain 003 alterna os dois.

Conversa

Para explicar e explorar

  1. Dizer o objetivo com as próprias palavras

  2. Esclarecer o que ficou ambíguo

+

Cards e telas

Para ver tudo junto

  1. Comparar opções, valores e conflitos

  2. Revisar, editar e confirmar

=

Brain 003

Os dois, conforme a decisão

  1. A conversa conduz as perguntas

  2. Card ou tela aparecem quando a decisão precisa de forma

O critério que usei: se a pessoa precisa comparar ou revisar vários itens ao mesmo tempo, a resposta vira um card ou uma tela. Se ainda está explicando o que quer, continua na conversa.

Troca de pontos: um dos primeiros fluxos completos

Foi um dos primeiros fluxos a funcionar do início ao fim. A pessoa faz o pedido, a Brain pergunta o que falta, propõe um workflow, espera a confirmação e cria o workflow no projeto. Depois, ainda dá para pedir mudanças pela conversa dentro do editor.

Pergunta

Conversa no projeto Troca de pontos com a pergunta sobre o tipo de benefício e as opções Catálogo de parceiros, Cashback, Decidir depois e Outra opção.
Antes de propor algo, a Brain pergunta só o necessário. Aqui, o tipo de benefício.

Proposta

Card Proposta de workflow Troca de pontos por benefícios, aguardando confirmação, com seis etapas, pré-requisitos para ativação e os botões Confirmar e criar e Descartar.
A proposta mostra as seis etapas e os pré-requisitos. Nada foi criado ainda: dá para confirmar ou descartar.

Editor

Editor do workflow Troca de pontos por benefícios com biblioteca de blocos, canvas com seis nós, painel de configuração e composer da conversa contextual.
Depois da confirmação, o workflow abre no editor, onde dá para mexer na estrutura e simular.

Ajuste

Canvas do workflow na revisão 2 com o nó Aprovação do time adicionado e o card Mudança proposta, marcado como Mudança aplicada, na conversa do canvas.
Um pedido de mudança na conversa do editor gera uma alteração para revisar. Aplicada, ela vira a revisão 2 do workflow.

Troca de pontos não faz parte dos três fluxos principais da demo atual. Mantive aqui porque mostra bem o caminho da conversa até um workflow editável.

O papel do Design System

Gerar código com IA é rápido, mas cada rodada tende a trazer um botão um pouco diferente, um espaçamento novo ou um componente que já existia com outro nome. Para segurar isso, o Design System passou a ter regras que o código gerado precisa seguir, com testes que falham quando alguma delas é quebrada.

Visão geral

Página Brain Design System com sidebar própria da documentação, a cadeia Foundations, Components, Patterns, Conversational e Coverage, legenda de maturidade e a seção de Foundations com tokens primitivos, semânticos e de componente.
A documentação tem navegação própria e cinco camadas: Foundations, Components, Patterns, Conversational e Coverage.

Conversational

Specimen de clarificação na seção Conversational do Design System, com pergunta da Brain, alternativas em linhas simples, composer real e as regras de medida e interação do padrão.
Os padrões de conversa aparecem com os componentes reais do produto, junto com as regras de uso e os arquivos de origem.

Coverage

Matriz de cobertura do Design System com filtro por status e colunas de camada, localização no código, status (implementado ou parcial) e documentação.
A matriz de cobertura liga cada elemento ao arquivo que o implementa e mostra o que ainda está parcial.

Acessibilidade

Tabela de acessibilidade do Design System com critérios WCAG 2.2, evidência atual automatizada (axe, reflow, reduced motion), estado e pendências.
Critérios WCAG com o teste automatizado que cobre cada um (axe, reflow, reduced motion) e as pendências que ainda existem.

Os tokens ficam centralizados em src/design-system/. Há regras escritas para os agentes de IA e uma suíte de testes (contratos do DS, axe com baseline, reflow, reduced motion e conflitos tipográficos) que roda em CI nos pull requests que mexem na interface.

As principais decisões

Decisão 01

Começar pelo objetivo, não pela configuração

Em disputa

Seguir o modelo comum das ferramentas de automação, com formulários e editor visual logo na entrada, ou deixar a pessoa começar explicando o que quer?

Alternativas

  • Onboarding com configuração completa
  • Chatbot genérico, sem nada salvo no projeto
  • Conversa que leva a itens salvos e editáveis

Decisão

Começar pela conversa. Ela conduz as perguntas iniciais e, quando é preciso revisar, comparar ou editar, a Brain mostra cards e telas.

Trade-off

Exige cuidado para não empurrar tudo para o chat e um critério claro de quando a tela deve aparecer. Esse critério ficou menos formal do que eu gostaria.

Consequência

A mesma estrutura funcionou para análise de campanha, criação de campanha, tagueamento e workflows salvos.

Aprendizado

Chat sozinho não dá conta de uma campanha com muitos parâmetros. E começar direto pelas telas obriga a pessoa a já saber o que configurar.

Decisão 02

Usar o Design System como regra para o código gerado com IA

Em disputa

Como construir rápido com IA sem acabar com componentes duplicados e várias versões do mesmo padrão?

Evidência

  • Rota /design-system com navegação própria e cinco camadas: foundations, components, patterns, conversational e coverage
  • Tokens centralizados em src/design-system/ e exemplos montados com os componentes reais
  • Matriz de cobertura, lacunas conhecidas e documentação dos padrões de conversa
  • Regras para os agentes de IA e testes de contratos, acessibilidade, reflow, reduced motion e conflitos tipográficos em CI

Decisão

Tratar tokens, componentes, tipografia, espaçamento, estados, acessibilidade e documentação como regras que o código precisa cumprir, com testes para verificar.

Trade-off

Manter o sistema e os testes toma tempo. Corrigir diferenças visuais a cada nova rodada de código gerado tomaria mais.

Consequência

O Design System deixou de ser só uma referência para mim e passou a limitar o que a IA podia gerar.

Aprendizado

Com a IA gerando boa parte do código, ter o Design System só como referência visual não bastava. Ele precisou virar regra escrita e teste.

Decisão 03

O que precisava funcionar na demo

Em disputa

Com duas semanas e dados simulados, até onde valia a pena implementar de verdade?

Decisão

Priorizei fluxos completos do início ao fim, itens salvos no projeto, comportamento real da interface e limites claros, como a aprovação humana antes de disparos. As integrações externas ficaram simuladas.

Trade-off

A demo mostra bem a experiência e a estrutura por trás dela, mas não prova que as integrações funcionariam em produção nem que o produto gera resultado de negócio.

Consequência

Deu para testar a conversa, os itens salvos, a passagem entre chat e editor, o Design System e a acessibilidade em algo que roda.

Aprendizado

Deixar claro o que é demo e o que seria produção evita vender mais do que foi feito, inclusive neste case.

O que dá para ver na demo

A home começa por uma mensagem

Observação qualitativa

Não há formulário de configuração na entrada, só um campo de mensagem com seletores de projeto, agente e modelo. Aqui, depois de um “bom dia”, a Brain já oferece os três fluxos: criar campanha, analisar campanha e configurar tagueamento.

Home da Brain 003 com a mensagem Bom dia do usuário e a resposta da Brain com as opções Criar uma campanha, Analisar uma campanha, Configurar um tagueamento e Outra coisa, acima do composer.
Home da Brain 003 depois de uma saudação.

Resumo lateral da campanha

Observação qualitativa

Aqui o resumo já acompanha a conversa: Estratégia, Plano de ativação e Experimentação estão concluídos, e Criação e ativação está em definição. Na conversa, os cards mostram os links com UTM e a revisão antes de criar.

Conversa de criação de campanha com os cards Links da campanha e Revisão da criação, e o drawer Resumo da campanha com Estratégia, Plano de ativação e Experimentação concluídos e Criação e ativação em definição.
Criação de campanha: revisão antes de criar, com três etapas concluídas no resumo.

Proposta antes de criar

Observação qualitativa

A análise feita na conversa vira uma proposta de workflow com gatilho e etapas. Nada é criado até alguém clicar em “Confirmar e criar”.

Card Proposta de workflow Análise de Campanha de vencimento de pontos UAU Caixa, aguardando confirmação, com três etapas e os botões Confirmar e criar e Descartar.
Análise de campanha: proposta de automação, ainda não salva.

Componentes reais na documentação

Observação qualitativa

O Design System documenta o ConversationComposer usando o próprio componente do produto, com anatomia, tokens e arquivos de origem. Se o componente muda, a documentação muda junto.

Specimen do ConversationComposer no Design System da Brain 003, com o composer real, a tabela de frame, focus, campo, toolbar e ação principal, e o specimen do ProjectSwitcher abaixo.
Seção Components do Design System: ConversationComposer e ProjectSwitcher.

Padrões que saíram dos fluxos

Observação qualitativa

Alguns padrões nasceram nos fluxos e só depois foram documentados. O Journey Summary (o resumo da campanha) e a Workflow Proposal entraram na seção Patterns com status, regras e o componente de origem.

Seção Patterns do Design System com o specimen Journey Summary, mostrando etapas concluída, atual e próxima, e o specimen Workflow Proposal abaixo.
Seção Patterns do Design System: Journey Summary e Workflow Proposal.

Desenhar e construir ao mesmo tempo

Como construí a demo praticamente sozinho, design e implementação andaram juntos. Eu definia um comportamento, implementava, testava no navegador e ajustava. Usei Claude, Claude Code, Claude Design, ChatGPT, Codex e Cursor para gerar e revisar código, sempre dentro das regras do Design System e com testes rodando. As decisões de produto e de design continuaram comigo.

O que só apareceu com a demo funcionando

Algumas coisas só dá para avaliar com a demo rodando: se a conversa continua de onde parou, como o scroll se comporta numa conversa longa, o que aparece durante o carregamento, como é ir do chat para o workflow e voltar, e se tudo continua usável em telas menores e pelo teclado. Mais de uma decisão que parecia certa na tela estática precisou mudar quando passou a lidar com tempo, estado e a sequência real de uso.

O que aprendi com o projeto

Poder implementar o que eu desenhava mudou a forma como decido. Em vez de defender uma interação numa tela parada, eu colocava a interação para rodar e via se funcionava. Também aprendi que construir rápido com IA pede mais cuidado com o Design System. Sem regras e testes, cada rodada de código gerado trazia pequenas diferenças que depois eu tinha que corrigir à mão.

Impacto

Experiência

  • Do pedido a algo salvo no projeto

    A pessoa parte de um pedido em texto, revisa uma proposta e termina com um item salvo, sem precisar configurar tudo no primeiro passo.

    Observação qualitativa

Produto

  • Três fluxos com a mesma estrutura

    Análise de campanha, criação de campanha e tagueamento de landing page usam a conversa para as perguntas e cards ou telas quando a decisão precisa de forma.

    Observação qualitativa

  • Design System com regras e testes

    Tokens, componentes, padrões, matriz de cobertura, regras para os agentes e testes diminuem as diferenças visuais que aparecem a cada rodada de código gerado com IA.

    Observação qualitativa

Negócio

  • Impacto de negócio

    Não medido. Foi uma demo com dados simulados, então o case mostra o que foi construído, e não conversão, receita ou escala.

    Hipótese

Operação

  • Testes automatizados

    Os testes cobrem os fluxos de conversa, persistência, Design System, acessibilidade, reflow, reduced motion, tipografia e regressões de interface. Os testes do Design System rodam em CI com baselines versionados.

    Observação qualitativa

Retrospectiva

O que funcionou

  • Fazer a conversa terminar em algo salvo no projeto, em vez de só respostas no chat.
  • Escolher entre texto e card ou tela conforme o tipo de decisão.
  • Implementar cedo e testar estado, persistência e navegação na demo rodando.
  • Ter Design System, regras e testes valendo tanto para mim quanto para os agentes de IA.

Limites

  • O prazo era de duas semanas. Priorizei fluxos completos e deixei as integrações reais de fora.
  • Dados e integrações são simulados; a demo não representa uma operação em produção.
  • O impacto de negócio não foi medido.
  • A acessibilidade ainda tem lacunas registradas na matriz: zoom de 200%, operações do editor de workflow pelo teclado e área de toque dos pontos de conexão entre blocos.

O que eu faria diferente

  • Capturar as telas de cada fluxo assim que ele ficava pronto, e não depois.
  • Deixar mais explícito o critério de quando sair da conversa para um card ou tela.
  • Definir desde o início quais métricas de uso observar, caso a demo seguisse para testes com usuários.

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